O PS em pânico,atolado de negócios obscuros até ao pescoço,com uma derrota eleitoral ás costas e um desaire anunciado,sem tempo sequer para recuperar,resolveu com despudor tipico dos desesperados,enveredar decididamente pela campnha suja.
Assim,resolveu publicar documentos de um Conselho de Ministros de 2002 em que se provaria o envolvimento de Manuela Ferreira Leite,ou a sua autorização,ou do PSD,na venda da rede fixa á PT.O acto em si nada tem de anormal ou ilegal,nas a seita maçon bem sabe que a opinião pública facilmente é confundida com "revelações".
E assim baralhando os dados,enlameia-se a perigosa concorrente,como se fosse ela a envolvida nas manigâncias do Freeport ou tivesse tirado um curso,no minimo,duvidoso...
O acto é nojento,próprio de bandidos politicos,e demonstra á saciedade o desespero destes energúmenos perante a prespectiva de perderem as mordomias com que se locupetam e terem de ir trabalhar,ou,em alguns casos,de prestar contas á justiça.
Desde logo se diga que nesta casa não há qualquer simpatia pela visada,como é óbvio.
Não temos qualquer dúvida,que caso as circunstâncias fossem as inversas,a camarilha PSD usaria precisamente os mesmos golpes sujos.
E é isso que nos preocupa.A politica em Portugal é praticada por pura escória.
O Presidente
José Manuel de Castro
Um comentário aos resultados das Europeias 2009
Ao olhar para os resultados das eleições europeias, o factor que chama mais a atenção é a abstenção. Apenas 37% dos eleitores inscritos participaram na escolha dos deputados ao Parlamento Europeu. Se a memória não me falha, este resultado só é comparável ao primeiro referendo sobre o aborto, realizado em 1998, no qual a renúncia às urnas atingiu uma percentagem superior a 60%. Naquele ano, a Esquerda rejeitou por completo a validade do referendo, argumentando que, se a maioria dos portugueses não havia votado, o resultado não podia exprimir a vontade popular. Onze anos depois, o processo eleitoral em Portugal atinge níveis de abstenção equivalentes. A diferença é que, desta vez, a eleição é legítima e os deputados têm autoridade moral para ocuparem um lugar em Bruxelas, com todas as mordomias inerentes. Como diria a saudosa Ivone Silva, «toma lá que é democrático».
Fazer a análise das percentagens de cada partido é uma tarefa quase veterinária, comparável à observação estomacal de um herbívoro. Porque é que o rebanho preferiu um tipo de ervas e não outro? A paisagem política é cada vez mais uniforme devido ao apodrecimento qualitativo da flora que o constitui. Claro que continuam a existir diferentes espécies políticas. O problema é que estão todas enraizadas num terreno gasto pelo tempo, árido e sem os elementos orgânicos necessários à frutificação.
A maioria dos ruminantes preferiu não se deslocar até ao pasto estéril, cheio de plantas moribundas e dominado pelas ervas daninhas. 37% do rebanho ainda lá apareceu, habituado que está ao fedor nauseabundo da política e com um paladar que ainda consegue tragar a mais indigesta das giestas. Analisemos então a necrofagia dos votantes.
O PSD lá conseguiu eleger 8 deputados, dos 22 possíveis, ao Parlamento Europeu. Tendo sido o partido mais votado, fez a festa dos miseráveis. Colocou-se em primeiro lugar, não por mérito próprio, mas graças à miséria do principal rival político. Sem candidatos de valor, sem um programa capaz de despertar paixões e sem vocação para a política internacional, o PSD festeja uma corrida que não venceu. Os outros é que perderam.
Se há partido que merece os parabéns nestas eleições é o PS. Ficou atrás do PSD apenas por um deputado, apesar de tudo. Não há maneira de submergir este colosso da Democracia portuguesa. Nem um Freeport, nem um Paulo Pedroso, nem meio milhão de desempregados, nem o esbanjamento do erário público, nem um Vital Moreira, conseguem aniquilar o orgulho da Maçonaria. O PS pode ser uma grande trampa, mas ainda satisfaz a coprofagia nacional. Vital Moreira de aprumado só tem o cabelo, e é o que chega para ser o principal candidato. É director do Centro de Direitos Humanos, o que prova que é boa pessoa. Que o digam os ex-camaradas que o saudaram violentamente na marcha da CGTP.
O Bloco de Esquerda triplicou o número de deputados eleitos, face à votação de 2004. Este resultado prova que falar em nome das minorias e dos oprimidos compensa. É simpático e tem aquele charme do Robin dos Bosques, o tal que roubava aos ricos para dar aos pobres. Mas nada de adoptar o aspecto oleoso do operariado. A rudeza “brejneviana” do PCP nunca agradou aos bloquistas. Filhos de gente da Direita, aprenderam nos melhores colégios que ser de Esquerda tem a sua panache. Com as obras de Michel Foucault debaixo do braço, la gauche caviar mostra o seu estilo: irresponsável, provocadora e libertina. Numa palavra: sedutora.
O velhinho PCP ainda vive e a prová-lo está a dupla de inúteis que conseguiu eleger ao Parlamento Europeu. As mazelas antigas demoram a desaparecer e o PCP é uma delas. Hoje em dia é “apenas” uma sequela da Guerra Fria, mas ainda mexe graças aos comunistas instalados no regime. Há muito que abandonou o marxismo-leninismo, para defender interesses corporativos. A luta não é contra a burguesia; é pela defesa dos cargos que ocupam. Abandonar os privilégios que conseguiram durante o PREC? Nem pensar!
O CDS foi o único partido que deu atenção à luta dos professores. Pegou na bandeira da segurança e (finalmente) no controlo da imigração. A agenda política de Paulo Portas seria suficiente para fazer o aproveitamento político num país onde o descontentamento cresce a olhos vistos. A Direita Populista está em franco crescimento por essa Europa fora, menos em Portugal. Não basta dizer que se é a favor disto ou daquilo. É preciso mostrar sinceridade. Portas descobriu os temas que lhe podem render votos, mas por mais peixeiras que beije, não há maneira de convencer que o seu patriotismo é sincero e que está disposto a fazer sacrifícios. A escolha de um candidato cobiçado pelo público feminino não compensou as carências a nível político de Nuno Melo. Ser de Direita não é o mesmo que ser de Cascais.
Quanto aos pequenos partidos, há a salientar um embuste chamado MMS. Havia dinheiro a rodos, cartazes por toda a parte, mas ninguém sabia o que era aquilo. Faltou-lhe o essencial: uma identidade política.
O PNR é um caso atípico nestas eleições. Teve o melhor dos candidatos, mas o pior dos partidos. Durante a campanha eleitoral, o Prof. Humberto Nuno de Oliveira mostrou aquilo que é. Foi claro nos objectivos, transparente nas respostas e geriu com maturidade as promessas eleitorais. Inspirou confiança e sentido de responsabilidade. Foi vertical. Ninguém lhe podia exigir o impossível: que fizesse esquecer a má imagem de um partido forjado nas bancadas do Estádio de Alvalade.
Ricardo de Vasconcelos
EUROPEIAS 2009
Como é do conhecimento geral, amanhã terão lugar as eleições nacionais para o Parlamento Europeu para a eleição de 22 deputados portugueses para este órgão comunitário.
Terminada mais uma medíocre campanha eleitoral onde se gastaram energias inúteis em discutir problemas nacionais em vez de serem abordados com seriedade quais seriam as linhas de actuação dos nossos 22 eurodeputados para a defesa dos interesses nacionais no Parlamento Europeu para a próxima legislatura. Há ainda que observar a postura indigna de todos os cabeças de lista dos partidos políticos e coligações que têm assento parlamentar na Assembleia da República, em sede de insultos recíprocos e de acusações desconexas, de onde se destaca pela negativa o cabeça de lista do PS Vital Moreira.
Depois de termos analisado todas as sondagens de opinião efectuadas para este acto eleitoral, estamos em crer que o PS sairá uma vez mais vencedor com 24% a 39% dos votos, elegendo assim seguramente 9 eurodeputados, mais 1 deputado que o PSD, dado não se esperar que Paulo Rangel consiga uma votação diferente à que esperamos entre os 32% e os 36%. O CDS/PP terá seguramente uma baixa votação que oscilará entre os 2% e os 4% dos votos, de onde só Nuno Melo poderá ser eleito. À esquerda a CDU encabeçada pela Ilda Figueiredo situar-se-á entre os 7% e os 11%, enquanto o BE do Miguel Portas afirmar-se-á como a grande crítica força emergente com uma votação de 9% a 12% dos votos expressos, não tendo os demais partidos políticos qualquer expressão eleitoral significativa superior a 0,3%.
A grande e justa vencedora destas eleições será uma vez mais a abstenção, que deverá ficar entre os 53% e os 61% dos eleitores inscritos. A abstenção reflecte dois factores determinantes. Se por um lado indica o desagrado de mais de metade dos eleitores portugueses no PS e no seu infeliz cabeça de lista ao PE, por outro lado indica que todos os partidos à margem do PS, e sem excepções, não conseguiram transmitir aos portugueses nenhuma alternativa credível à governação José Sócrates nem souberam apresentar uma linha de acção a desenvolver nas instâncias comunitárias em nome dos direitos subjectivos e dos interesses legítimos dos portugueses nessa grande Torre de Babel que é a União Europeia. A legitimidade democrática expressa no voto directo, secreto e universal começa a ser posta em causa.
Da área política nacionalista estará a votos o PNR do Pinto Coelho através da lista encabeçada pelo Dr. Humberto Oliveira. Se desta vez não terá o PNR legitimidade para justificar os seus maus resultados eleitorais devido à discriminação positiva dos media a favor de outros partidos políticos, o seu certo fracasso será apenas o reflexo da sua falta de estratégia eleitoral, da quase inexistência de quadros válidos e sobretudo da imagem de marginalidade de que nunca se conseguiu desenvencilhar graças às suas fortes ligações com os HS e a determinados problemas judiciais que implicaram alguns dos seus dirigentes. É o fruto do rótulo social que desta vez irá castigar o PNR a uma votação inferior a 70.000 votos a nível nacional, o que ditará a sua eventual extinção.
Em termos puramente estratégicos o PNR falhou estrondosamente!
Colocou como cabeça de lista um catedrático de renome e universitário brilhante, mas sem qualquer tacto político e destreza de acção eleitoral, muito semelhante aliás ao Vital Moreira, ainda que este último goze de muito mais notoriedade pública que o Dr. Humberto Oliveira. Este cabeça de lista nunca conseguiu passar a imagem dos objectivos nacionalistas para o PE por timidez, em vez de se pautar por uma postura mais fracturante a agressiva como o fizeram a generalidade dos seus congéneres nacionalistas europeus.
A própria imagem deste candidato perante a sociedade civil é francamente má o que aliado à imagem do PNR nada poderá significar em termos de votos expressos.
Toda esta campanha eleitoral do PNR foi francamente medíocre, quer em conteúdos (de que só a recalcada bandeira da emigração foi usada), quer a nível de imagem, de que cujos motivos já tivemos oportunidade de elencar. O único aspecto positivo a apontar resume-se aos spots radiofónicos veiculados a título de tempos de antena nas emissoras de rádio, onde foi apontada a crítica à adesão à CEE e ao Euro sem referendo aos portugueses e ainda às construtivas criticas ao Tratado de Lisboa.
Em suma, o PNR não soube aproveitar a caótica conjuntura comunitária para fazer transpirar a sua verdadeira mensagem política de ruptura. Ao contrário do que seria de esperar, o PNR não assumiu algum protagonismo devido ao simples facto de ter “atacado” às oligarquias dominantes com “punhos de renda” através de arautos incapazes de comunicar com a sociedade civil.
Esta é a nossa análise às eleições de amanhã, um dia que poderia muito bem ser de vitória para Portugal e para o nacionalismo português, mas que será mais uma derrota nacional e o fechar da tampa do caixão político do PNR.
Lisboa, sábado, 6 de Junho de 2009
Miguel F. Teixeira
Das eleições para o parlamento europeu
O BDN-Associação Social verifica que o
povo português se mostra desinteressado e alheado do actual escrutinio eleitoral para o Parlamento Europeu.
Tal desinteresse radica no descrédito dos partidos politicos e dos politicos,cujo discurso ao invés de mobilizar ,desmobiliza.
Com efeito quer o PS quer o PSD apresentam candidatos típicos do sistema do bloco central,sendo certo que o PS nesta campanha ainda
introduz uma inquietante tendência iberista.
Os outros partidos,à esquerda ou à direita,não cativam porque estão esgotados na sua falsa alternativa .
Neste desolador contexto,o BDN-Associação Social apela à abstenção como forma de protesto contra os partidos dominantes.
Mas também apela á abstenção maciça como forma de deslegitimação dos
deputados a eleger para o Parlamento Europeu.
Que não digam que representam os Portugueses!
O presidente José Manuel de Castro
Vai no inicio o período oficial da campanha eleitoral para o parlamento europeu.
No horizonte perfilham-se os pesos pesados,e uns surpreendentes e inócuos MMS e Mep`s que o único interesse que levantam no eleitorado é saber aonde é que terão ido buscar o dinheiro para rivalizarem em grande estilo com os "grandes"(principalmente o MMS)nas suas luxuosas campanhas.
Obviamente que isto nada traz de bom nem de novo ao povo,a não ser mais do mesmo saco,de que Portugal já está cheio.
No nosso campo,a austeridade de meios e de ideias é patente.
O PNR apresenta como candidato um impoluto e credenciado intelectual,mas completamente incapaz do golpe de asa,do discurso radical que a oportunidade permite.
Ao invés,certamente "traumatizados"com alguns excessos,apresentam um discurso institucional,"respeitável"quando a estratégia,neste momento invuilar,devia ser exactamente a inversa.É caso para dizer que no PNR andam sempre ao contrário...
Por estas e por outras,é que nesta casa,ou seja neste fórum,não se apoia nenhum candidato.
O que não quer dizer que não se respeite todas as manifestações de apoio aos candidatos que os utilizadores pretendam lavrar.
Incidentes em Setubal
Dia 7 de Maio a ordem democrática deu mais um bom exemplo dos seus princípios.
Em Setúbal,no funeral de um "jovem"(eufemismo usado pelos democratas para gatuno, em geral de cor apesar de poder abranger qualquer raça)abatido pela policia numa perseguição a seguir a um assalto a um multibanco,seguiu-se um tumulto efectuado por outros "jovens"à porta da esquadra da PSP com o nitido intuíto de provocar a policia.
A "indignação"dos jovens ,que passou mesmo por um circo de motas a alta velocidade mesmo em frente da autoridade(não constam autuações)foi compreendida pela comunista presidente da Câmara local,que assim demonstrou bem aos municípes de que lado está quando se trata de defender os cidadãos que,ingénuamente,a elegeram.
De "frustração"em "frustração"os "jovens exemplos"certamente teriam partido para o puro ataque às instalações policiais se esta não tivesse chamado reforços,os quais deram uns timidos tiros com balas de borracha para o ar,mesmo assim vistos com desconfiança por muitos "jovens e amigos".
O que nos espanta nesta tragicomédia social é a inibição da sociedade,o medo que as populações quotidianamente roubadas,têm para tomar atitudes de firme reprovação contra os criminosos.
Apesar de o caos instalado ser tal que até já os elementos e amigos de gangues se arvoram em atacantes de esquadras,as respostas continuam a ser timidas,o discurso quase envergonhado,e cúmulo,a "compreensão"pelo crime, a postura aceitável.
Será que caminhamos para o suicídio colectivo?
BDN – Uma força contra a democracia
Repudiamos por completo a democracia na sua essência individualista e materialista. É um regime grotesco, centrado nos apetites e nas necessidades materiais das unidades discretas que o constituem. A classe política dá o exemplo, projectando para as massas uma imagem de homem comum que administra o Estado, sem poder nem responsabilidades de monta, tão medíocre como as restantes unidades discretas dispersas pela sociedade.
A democracia favorece as pequenas “liberdades” enquanto espartilha a verdadeira Liberdade. A Liberdade, enquanto base da experiência humana, confere aos indivíduos uma existência plena, de vivências completas e genuínas. Permite que cada ser humano aprecie cada momento e nele descubra o que o transcende. As pequenas liberdades da democracia partem do princípio que o humano tem uma vontade independente e fonte do seu próprio mundo. Leva os indivíduos a construírem castelos no ar e – o que ainda é pior – a desejarem viver neles.
Pretendemos uma sociedade pautada por uma vontade objectiva que transcende o indivíduo particular, elevando-o a membro consciente de um Estado espiritual. O BDN transporta uma concepção histórica, segundo a qual o homem só é aquilo que é, em virtude do processo espiritual para que concorre no grupo familiar e social, na nação e na História.
Não acreditamos na luta de classes nem na fragmentação da sociedade em grupos, cada um lutando pelos seus interesses. Somos a favor da união da Nação, conduzida por um Estado ético e forte, hierárquico e viril. Só reconhecemos a governação quando exercida por um escol, uma elite de homens com espírito de missão. Queremos um Estado heróico, capaz de conduzir as massas à superação dos seus apetites egoístas. Os únicos heróis que a democracia permite são os que a defendem. A epopeia da democracia é totalitária, não permitindo que se destaquem cidadãos pela abnegação pessoal ou pelo espírito de missão e entrega a uma causa. Valores não existem, a não ser a própria democracia e a sua necessidade de igualitarismo.
É a família que deve constituir a unidade fundamental da sociedade. Neste momento está sob forte ameaça de desaparecer, face à pulverização provocada pela democracia liberal, que apenas reconhece indivíduos. Pela primeira vez na História da Humanidade, a família está em risco desintegração completa. O resultado seria uma sociedade de átomos independentes e concorrentes uns dos outros, cada um lutando pelos próprios interesses. Historicamente, a família foi (e ainda é, em algumas sociedades) a unidade política fundamental.
No BDN defendemos a Família, a Pátria, a Nação Unida e a Autoridade de Estado, contra a devassidão democrática. Para Portugal renascer, esta democracia tem que morrer!